Muita empresa pede um site quando precisa de uma landing page, e paga por uma landing page quando o problema era o site. As duas coisas parecem primas, mas resolvem perguntas opostas.
A pergunta que cada um responde
O site institucional responde “quem é essa empresa e dá para confiar?”. Ele atende quem já ouviu falar de você, buscou o nome no Google e quer se convencer. Por isso ele é amplo: serviços, cases, time, contato.
A landing page responde “por que eu deveria fazer isso agora?”. Ela atende quem clicou num anúncio, não conhece você e tem trinta segundos de paciência. Por isso ela é estreita: uma oferta, um argumento, um formulário.
O sinal mais confiável: de onde vem o tráfego
- Tráfego pago para uma oferta específica → landing page.
- Busca pelo nome da empresa → site institucional.
- Indicação de cliente → site institucional.
- Campanha sazonal com prazo → landing page.
- Busca por termo genérico do seu serviço → site com conteúdo, e depois landing pages por serviço.
Mandar tráfego pago para a home do site institucional é o jeito mais comum de queimar verba de mídia. A home tem dez saídas possíveis; a landing tem uma.
Na prática, a maioria precisa dos dois
O caminho que costuma funcionar é começar pelo que está travando a operação. Se você já investe em anúncio e o custo por lead está alto, a landing page paga a si mesma rápido. Se você perde negócio porque o cliente pesquisa a empresa e não encontra nada sólido, o institucional vem primeiro.
Depois, um alimenta o outro: o institucional sustenta a marca e o SEO no longo prazo, e as landing pages capturam a demanda de campanha. Construir os dois de uma vez só faz sentido quando existe orçamento e conteúdo pronto para os dois.
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